Essas fotos estão circulando pelo mundo inteiro, crianças israelenses escrevendo mensagens para as crianças árabes na munição dos tanques de guerra. Algo do tipo:
Cai na rede na quarta-feira o nono capítulo de uma novela gráfica on-line que já rendeu elogios da revista "Rolling Stone" ("assustadoramente inteligente") e da bíblia do mercado editorial, a "Publisher's Weekly" ("precisa, relevante e atual").
Espécie de alegoria auto-referente do futuro do jornalismo "pessoal" ou de "cidadão" --leia-se blogs e afins--, "Shooting War" tem como pano de fundo o terrorismo e a Guerra do Iraque.
Quem assina a história é o jornalista Anthony Lappé, ex-colaborador do "New York Times" e das revistas "Details" e "Paper", que se inspira na própria experiência na cobertura da guerra e primeiras insurgências no Iraque.
Em 2003, Lappé rodou no país um documentário ("BattleGround: 21 Days on the Empire's Edge"), produzido para o canal Guerrilla News Network (gnn.tv), e também noticiou sobre o conflito através de um blog. O tom de "reality show" fica por conta do áudio real das batalhas, que o jornalista coloca on-line.
A Copa acabou, e o destaque dado pelos comentaristas não foi a garra da equipe italiana e as cobranças de pênalti perfeitas de seus jogadores, mas sim um ato totalmente inexplicável.
Afinal, o que levaria o melhor jogador do mundo, experiente, se aposentando, em uma final de Copa do mundo, com seu time jogando bem, tendo boas chances de ser campeão, a cometer tal ato. O zagueiro Materazzi não possui bons antecedentes, o que me faz levantar várias hipóteses, entre elas a de uma ofensa racista, visto o caráter um tanto provinciano desse jogador.
Vale lembrar que todo gênio é passível de cometer erros, Garrincha em um lance isolado, deu um chute na bunda do adversário e foi expulso na semifinal da Copa de 62, enquanto que Pelé era conhecido por "quebrar" os zagueiros antes que eles o "quebrassem", como a cotovelada que ele mesmo deu no seu marcador uruguaio na Copa de 70.
Campanha publicitária da cerveja argentina Isenbeck, auto-declarada a anti-patrocinadora da seleção brasileira. Para cada jogo da seleção eles fizeram uma propaganda tosca, a última foi a da eliminação brasileira...